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Governo Bolsonaro lança Plano Safra com quase 15 bi a mais que o período anterior Andreia Luiza Matias - 22/06/21 21:25

Imagem: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro, participou nesta terça-feira (22) do lançamento do Plano Safra 2021/22, que contará com R$ 251,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de 6,3% ou R$ 14,9 bilhões a mais em relação ao plano anterior. Os financiamentos poderão ser contratados de 1º de julho de 2021 a 30 de junho de 2022.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que o Governo Bolsonaro “mais uma vez priorizou a agricultura familiar e os investimentos, em especial, na agricultura de baixo carbono, que aumentou em mais de 100% neste plano. Este é um plano que já vem muito pincelado de verde. A ministra também falou que as ações do governo refletem sua preocupação com aqueles que mais precisam. “Reforçamos assim, o compromisso do governo com aqueles que mais precisam de apoio. Construindo as bases para que o Brasil continue na vanguarda da agricultura mundial. Além do Plano Safra, temos atuado também em multiplicar mecanismos de financiamento no setor privado”, afirmou a ministra.

O aporte do Tesouro Nacional para a equalização de juros foi de R$ 13 bilhões, apesar de o Ministério da Agricultura esperar R$ 15 bilhões para que Plano Safra deste ano pudesse se equiparar ao anterior.

No total, estão sendo ofertados R$ 165,2 bilhões (7% a mais que no ciclo passado) a juros controlados e R$ 86 bilhões a juros livres (5% a mais que no plano anterior).

Do total, R$ 177,78 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização (contra R$ 179,38 bilhões na safra passada) e R$ 73,45 bilhões serão para investimentos (contra R$ 56,92 bilhões na safra passada). Todos esses recursos vão garantir a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país durante e após a pandemia do novo coronavírus. Por falar em pandemia, o presidente Bolsonaro destacou a importância do agro brasileiro para o mundo e rebateu as críticas direcionadas à preservação do meio ambiente.

“Nós alimentamos hoje mais de 1 bilhão de pessoas, fora do Brasil, obviamente. E a nossa tendência é aumentar esse percentual. Fronteira? Nós temos. Somos o país que mais preserva. Não adianta falar que nós queimamos a Amazônia porque é uma mentira deslavada. Todos nós sabemos que a floresta húmida não pega fogo. Agora essa grande campanha contra nós, é pelo nosso potencial. Se não fosse o agronegócio; Paulo Guedes, você concorda comigo, você entende de economia, por isso está aí e está fazendo um trabalho excepcional para o Brasil; como nós estaríamos hoje em dia? Fomos um dos cinco países que menos decresceu, apesar da pandemia”, destacou o presidente.

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