Foco do Brasil

Bolsonaro fala sobre estudo de Oxford sobre Ivermectina e mentiras de opositores Andreia Luiza Matias - 23/06/21 15:17

Imagem: Foco do Brasil

O presidente Bolsonaro conversou com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada na manhã desta segunda-feira (23). Entre os assuntos, destaque para um estudo da Universidade de Oxford.

“Vocês viram aí que a Oxford encontrou fortes indícios de que a Ivermectina realmente previne, né, ou num primeiro momento é salutar e começaram a estudar com mais profundidade a Ivermectina.”

O estudo, citado pelo presidente, foi anunciado pela Universidade de Oxford, que está testando a Ivermectina, medicamento antiparasitário que foi demonizado no Brasil após médicos defenderem seu uso para combater a replicação do coronavírus. O estudo da Universidade de Oxford é apoiado pelo governo britânico, que busca auxiliar a recuperação de pacientes acometidos pela covid.

Bolsonaro também falou sobre a investigação do Senado americano que vai na contramão do Senado brasileiro. Enquanto os americanos querem saber a origem do vírus que matou milhões em todo o mundo, no Brasil, a CPI quer provar que o presidente da República é o culpado pelas vítimas do mesmo vírus que acomete o mundo.

“O Senado americano está dando um exemplo, não só buscando a origem do vírus, de onde ele veio e como é que ele apareceu, bem como estão investigando o tratamento precoce. Bem diferente daqueles sete da CPI, bem diferente.”

Questionado por um visitante sobre por que não faz de forma recorrente pronunciamentos, o presidente afirmou que precisa seguir normas, não é simplesmente fazer. Em seguida questionou o visitante: “Com a falta de credibilidade da imprensa você está preocupado em desmentir esses caras?”

Bolsonaro afirmou que suas lives alcançam uma média de 400 mil pessoas ao vivo. E ironizou o apresentador do Jornal Nacional, da Rede Globo: “tem gente que acha que tem que se consultar com o William Bonner, mas tá acabando isso aí. Tá acabando a narrativa desses caras.”

O presidente falou sobre as perseguições que vem sofrendo.

“Vocês são testemunhas. Eu sobrevivi uma facada, só Deus sabe como depois ganhei uma eleição também só Deus sabe como e estou à frente do Brasil, no executivo. Muitos diziam que eu não aguentaria dois meses com a Globo contra mim. Só que a Globo está contra mim já tem uns dez anos, no mínimo. Eles não têm mais argumentos. É só mentira o tempo todo; pancada; quem está do meu lado apanha; falsas denúncias. Por exemplo inventaram: ABIN investigou Luciano Hang. Mentira! Eles pregam as mentiras e ficam o tempo todo… igual o leite condensado.”

O presidente voltou a falar sobre as manifestações contrárias ao seu governo e sobre as fake news promovidas pelos manifestantes e apoiadores.

“Na página da Gleisi Hoffmann, ela botou uma imagem da Candelária com um morro atrás. Nasceu um morro no Rio de Janeiro, não sabia não, mas o pessoal ali a maioria é paga. Se perguntar o que está fazendo, não sabe o que está fazendo. Esse pessoal aí, a gente vai recuperar esse pessoal devagar. A maioria que está ali são pobres coitados.”

Bolsonaro lembrou a situação catastrófica de países latino-americanos tomados pela e questionou se é esses o futuro que o Brasil quer.

“No passado era comum gente defendendo lá, não o Chaves no começo. No começo o Chaves, todo mundo esperava que ia dar certo, depois virou aquela desgraça, vê como virou, está virando outros países na América Latina e vê se quer isso para o seu país, só isso e mais nada.”

Um visitante se apresentou como morador de Catanduva (SP) e afirmou que a cidade está em lockdown total, Bolsonaro mais uma vez reiterou que não promoveu fechamentos e falou sobre a o que pensa da eficácia da medida contra a Covid.

“Cada dia você vê mais aqui que quem praticou lockdown não deu certo. Se lockdown desse certo, ninguém em asilo contrairia a covid. A Argentina teria o número lá embaixo de óbitos. Muitos fizeram isso no passado para dizer que estavam fazendo alguma coisa. Agora, fazer hoje em dia, persistir, isso é má-fé. Agora ele (o governante que promove lockdown) está escudado pelo Supremo Tribunal Federal.”

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