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Bolsonaro disse que há candidato loteando cargos de um possível governo Andreia Luiza Matias - 02/07/21 18:23

Imagem: Foco do Brasil

O presidente Bolsonaro falou com apoiadores na saída do Alvorada, nesta sexta-feira (2). Bolsonaro ironizou o presidente, vice e relator da Comissão Parlamentar de Inquérito. “Olha eu tenho um médico bom para vocês: o Doutor Omar Aziz, outro médico bom também é o Renan Calheiros e tem um melhor ainda, senador saltitante. Sabem tudo de covid”, disse ele.

Bolsonaro afirmou que o desespero da oposição é crise de abstinência. Segundo ele há um candidato já loteando cargos em seu possível, futuro governo em troca de apoio contra o voto auditável. Sem citar nomes Bolsonaro disse que o tal candidato só chega na fraude e ironizou o fato de ele do “loteador de cargos” aparecer nas pesquisas a frente dele mesmo não podendo sair nas ruas por conta dos protestos contrários.

Ele disse que não tem que apresentar provas pra ninguém, mas vai fazer uma demonstração pública por meio das mídias sociais apresentando provas de fraudes do voto auditável. Nesta quinta-feira (1º) Bolsonaro disse que apresentaria provas de que houve fraude em 2018.

Bolsonaro também falou sobre o direito ao armamento para a defesa. “A arma é a garantia da tua liberdade. Todas as ditaduras foram precedidas de campanhas de desarmamento”, afirmou ele. Bolsonaro disse que por meio de decretos pessoas estão comprando fuzis. “E tem que ter fuzil porque o bandido tem, porque o homem de bem não pode ter?”, questionou o presidente.

Bolsonaro fez críticas à campanha do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Roberto Barroso contra a auditoria do voto.

“Eu não entendo o ministro Barroso ser um ferrenho opositor ao voto auditável. Nós queremos transparência. Agora, eu não sei o que dá na cabeça dele, se ele é refém de alguém para estar nessa campanha, interferindo dentro do parlamento, reunindo com lideranças e falando seus argumentos contra o voto auditável. Agora eu tenho falado, se não passar, ele vai ter que inventar uma forma de tornar transparente as apurações, senão vamos ter problemas ano que vem. O que está em jogo não é a minha vida, tem algo mais importante que nossa vida, a nossa liberdade.”

Mais uma vez o presidente pediu que apontassem algo que ele tenha feito de cunho autoritário. Em seguida ele falou do autoritarismo de governadores e prefeitos que desrespeitaram os direitos fundamentais dos cidadãos com o aval do STF.

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