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Bolsonaro comemora avanço do Brasil na diversificação de matriz elétrica Andreia Luiza Matias - 02/08/21 15:00

Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente Bolsonaro postou em seu perfil no Twitter uma matéria que fala sobre a energia solar no país. No texto que acompanha o vídeo Bolsonaro escreveu: “Após diminuição de tarifas de importação de materiais para produção de energia solar, as fontes limpas de energia ganham cada vez mais espaço e representam 46% da matriz energética do país. O Nordeste registra recordes na geração de energia solar e eólica.”

O presidente já se posicionou diversas vezes contra a taxação de energia solar no país. Ele é um defensor que fonte de energia seja expandida para baratear os custos para a população e dessobrecarregar o atual sistema energético do Brasil, que tem como carro chefe

De acordo com matéria da TV Brasil, o sol forte sol forte com raios intensos, no início do inverno, na região Nordeste, garantiu um novo recorde na geração de energia solar que chegou a mais de 2.000 megawatts em um só dia em julho. Uma produção suficiente para abastecer 20% da demanda de energia da região.

“Como um todo a energia solar representa 4,6% da matriz elétrica brasileira. E a nossa expectativa é de que em 2025 essa participação chegue a mais de 11%”, disse Domingos Romeu Andreatta, secretário-adjunto de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia.

Além da energia solar, a energia eólica também ultrapassou só nas primeiras semanas de julho a marca de 10.800 megawatts atendendo 98,8% da demanda do nordeste por eletricidade. Christiano Vieira, secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, afirmou à reportagem que a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica brasileira e que a expectativa do governo é de que chegue a mais de 13% em 2025. “É a fonte que mais cresceu nos últimos 10 anos e é uma das fontes que mais vai crescer nos próximos 10, 20 anos”, destacou Elbia Gannoum, presidente da Associação da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica).

O Brasil deve ganhar ainda mais em energia renovável, com os leilões realizados em julho. Os acordos firmados somaram R$ 4 bilhões em investimentos futuros. Foram negociados contratos para empreendimentos hidroelétricos e de geração a partir de fontes eólica, solar e de biomassa. O objetivo do governo é diversificar cada vez mais a matriz elétrica nacional.

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