Foco do Brasil

Presidente Jair Bolsonaro fala sobre veto ao fundo eleitoral Andreia Luiza Matias - 20/07/21 15:13

Imagem: Foco do Brasil

O presidente Bolsonaro se encontrou com apoiadores na saída do Alvorada na manhã desta terça-feira (20) e disse que não está fazendo campanha política, mas não entende o desejo de alguns em ter de volta o PT. Bolsonaro relembrou a proximidade de Lula a ditadores e o posicionamento dos petistas diante de pautas contrárias às de seu governo.

“O que o Lula e a Dilma fizeram contra o Brasil? O pessoal já esqueceu tudo que aconteceu? Já esqueceu? A questão da ideologia de gênero, o currículo escolar, o Haddad ficou 12 anos no Ministério da Educação e só fez besteira. Tem lá um projeto lá Paulo Freire que deseduca todo mundo. Você vê, os caras ficaram quatorze anos no poder, a molecada saía na nona série sem saber tabuada, o pessoal quer voltar isso aí, as roubalheiras em estatais, o dinheiro que o Lula e a Dilma investiram fora do Brasil, teve alguma palavra do Lula ou Dilma a favor do povo que está querendo liberdade em Cuba? Não tem nada.”

Bolsonaro voltou a falar sobre o voto auditável. Nesta segunda-feira (19) ele afirmou a apoiadores que não acreditava mais que o voto impresso fosse aprovado na Câmara.

“Aqui tem um ministro do Supremo Tribunal Federal contra a transparência das eleições. A que ponto nós chegamos? Aquela máxima da esquerda ‘ganha a eleição não é quem recebe mais votos, é quem conta os votos’ é o que está em andamento para o ano que vem. Não podemos admitir eleições suspeitas como já tivemos em 2014, tivemos em 2018. Não tem cabimento eu não ter ganho no primeiro turno em 2018. É a mesma coisa agora, vem o DataFolha da vida, essa porcaria de instituto de pesquisa ‘ah o Lula está com 50%’ o cara não consegue ir no botequim tomar uma cachaça que é o que ele sabe fazer, sem ser vaiado, não consegue fazer uma jegueata na vida e estão dizendo que ele está bem nas pesquisas.”

Bolsonaro lembrou os elogios de Lula ao Partido Comunista Chinês e destacou a ânsia do petista por controle.

“Continua falando que vai fazer o controle social da mídia. Então ele continua falando besteira, tudo que nós não queremos. Tudo que esse cara faz vai contra a família, contra a religião, contra os valores. Esse pessoal só vai à igreja em época de eleição”, disse Bolsonaro que destacou a importância da liberdade e do respeito.

“Se o cara não quer acreditar em Deus, é um direito dele não acreditar, mas respeite quem acredita!”

O presidente Lula que cada vez mais deixa claro seu posicionamento contra o direito de legítima defesa do cidadão.

“Ele falando abertamente que vai tirar a arma do povo. Eu estou dando arma pro povo porque o povo armado é um povo que não vai ser escravizado nunca. As ditaduras são precedidas de desarmamento. Eu faço exatamente o contrário. Quem não quer ter arma que não tenha. Agora, quem quer ter que compre sua arma. Eu não consigo dormir, apesar de toda segurança que tem aqui, eu não consigo dormir sem ter uma arma do meu lado.”

Bolsonaro lembrou que as invasões do MST cessaram em seu governo. Ele falou também sobre os abusos cometidos por governadores durante a pandemia e destacou o caso de João Dória, que diz seguir todos os protocolos de segurança, tomou duas doses de vacina e mesmo assim contraiu o coronavírus novamente.

“Olha o governador de São Paulo, vive aí ditando regras, né, de cumprimentar com o cotovelinho, máscara, talquinho pompom no bumbum, tomou duas Coronavac e foi reinfectado.

Bolsonaro afirmou que sempre esteve preocupado com a economia, tanto quanto com a saúde das pessoas e mesmo assim foi criticado.

Eu sempre falei que tínhamos que tratar a questão do desemprego, do vírus, com a mesma responsabilidade. Porrada em cima de mim o tempo todo. Não errei nenhuma! Nenhuma! O Omar Aziz apresentou emenda para estados e municípios poderem comprar qualquer vacina sem licitação e sem certificação da Anvisa. Você tem que ter responsabilidade para oferecer algo para a população. Agora, querem o tempo todo me rotular de corrupto. Não gastamos um centavo. Não tem corrupção. ‘Ah! Negociou a 1 dólar a vacina.’ Um cabo da PM de Minas negociando 400 milhões de doses. É pra otário isso aí. Daí o Pazuelo numa roda de empresários fala alguma coisa ‘ah tava negociando com empresários!’ Pô! Se tivesse negociando propina não teria vídeo.”

Sobre o fundão de R$ 6 bilhões aprovado na Câmara, em uma manobra do vice-presidente da casa, Bolsonaro deixou claro seu posicionamento: “Quanto ao fundão, eu vou vetar o fundão, pessoal!”

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