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Ações do Governo Bolsonaro para beneficiar os mais pobres Andreia Luiza Matias - 09/11/21 20:47

Imagem: Alan Santos/PR

A Secretaria de Comunicação (Secom) do Governo Bolsonaro destacou algumas ações do governo que proporcionaram dignidade aos mais pobres, especialmente durante a pandemia.

Uma das medidas foi o Auxílio Emergencial, medida que pagou mais de R$ 354 bilhões diretamente a 68,3 milhões de brasileiros. Levando em consideração que cada beneficiário tem, pelo menos, mais um integrante na família é possível afirmar que o auxílio beneficiou mais da metade dos brasileiros.

O Auxílio Emergencial também garantiu que pelo menos 10% dos brasileiros deixassem de entrar na extrema pobreza no auge da pandemia. Junto com o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada, o Auxílio Emergencial ajudou a reduzir em 80% a extrema pobreza no Brasil.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) inclusive reconheceu o trabalho do Governo brasileiro, apontando que sem o Auxílio Emergencial o percentual de pessoas na pobreza teria aumentado de 6,7% para 14,6%.

Outra instituição internacional que aprovou o auxílio foi o Banco Mundial, que considerou a medida como sendo um dos melhores e mais efetivos programas de transferência de renda à população. O programa, referência internacional, seguiu ativo até este mês.

A Secom também destacou a criação do Auxílio Brasil, um programa permanente de transferência de renda, criado pelo Governo Bolsonaro para atender aos mais afetados pela crise gerada durante a pandemia. A secretaria destacou, ainda, uma afirmação do ministro da Cidadania, João Roma.

“O Presidente Bolsonaro tem verificado in loco a necessidade e o sofrimento do povo brasileiro. Ele nos demandou que todos aqueles em situação de pobreza e de extrema pobreza recebam pelo menos R$ 400”

De acordo com a Secom o programa que substitui o Bolsa família deve começar a ser pago ainda em novembro e deve beneficiar  14,6 milhões de famílias; Além de aumentar 17,84% o tíquete médio do benefício; O programa também tem “meta de zerar a fila das pessoas que aguardam vaga”, afirma o texto da Secom.

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